Eventos ULBRA, X Salão de Extensão (Canoas)

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BENEFÍCIOS DE TRATAMENTOS ESTÉTICOS NA AUTOESTIMA
Priscilla Batista Pail, Bibiana Pereira de Oliveira, Desiree Sisto Majerkowski, Glaucia Ortiz Chaves, Larissa Basso Sulimann de Faina, Leticia Bunkowski, Luiza Pureza Kur Dame, Marcia i Cristina Kidricki Olszewsk, Stefhany s Lopes De Moraes De Moraes, Vitória Caroline Borba Pereira Guterres, Lívia Filla Nunes, Marcia Gerhardt Martins

Última alteração: 10-09-2018

Resumo


INTRODUÇÃO

A autoestima pode ser definida por um conjunto de sentimentos e pensamentos de um indivíduo sobre o seu valor, e diversas são as situações que podem acarretar em uma disfunção da mesma (SBICIGO et al., 2010). A violência contra a mulher é um problema social e de saúde pública, sendo considerada uma violência qualquer dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico da mulher (ADEODATO et al., 2005). Uma vez que algumas mulheres podem apresentar baixa autoestima em virtude desse quadro complexo, o objetivo deste trabalho foi verificar se tratamentos estéticos poderiam melhorar a autoestima desse público.

METODOLOGIA

Em 2018/1, os acadêmicos do curso de Bacharelado em Estética e de Tecnologia em Estética e Cosmética realizaram atendimentos de participantes do grupo de apoio a mulheres agredidas, com n total de 20 participantes. Os atendimentos foram realizados em sessões de 60 minutos. Os atendimentos visavam aos cuidados com a estética facial e corporal e capilar. A avaliação dos níveis de autoestima foram realizadas utilizando a Escala de Rosemberg antes da sessão e imediatamente após. As respostas da escala geraram um dado numérico que ia de 1 até 4, sendo 1 considerado baixa autoestima e 4 autoestima saudável. Os resultados foram apresentados com média±erro padrão, e a comparação estatística foi realizada pelo Test-T Student não-paramétrico.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A partir dos dados coletados, não foi possível observar resultado estatisticamente significativo entre o pré e o pós-tratamento. No trabalho de Adeodato et al. (2005), foi descrito que mulheres que sofreram agressões podem apresentar sintomas somáticos, ansiedade e insônia, distúrbios sociais e depressão. Com base nessas informações, sugere-se que essas participantes possuem sentimentos que não puderam ser avaliados através da escala de Rosernberg. Além disso, destaca-se que os dados apresentados são referentes a uma única sessão.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Embora os resultados não tenham apresentado diferença estatística significativa, essa temática é de extrema relevância. Os pesquisadores do projeto de extensão em Estética e Bem-Estar continuarão a realizar os atendimentos, uma vez que mais pesquisas acerca do assunto são necessárias. Por fim, serão pesquisadas novas ferramentas para avaliação do bem-estar desses participantes.



Texto completo: RESUMO