Eventos ULBRA, 19ª Semana do Bebê de Canela

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A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA DURANTE A HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA
Bruna Caroline Schweig, Graziela Soares de Lima Ternus, Luisa Moreira da Cunha, Verônica Kologeski Costa, Simone Moreira dos Santos

Última alteração: 15-05-2018

Resumo


 

O presente estudo tem como objetivo analisar a importância do brincar no processo saúde-doença durante a hospitalização infantil, através do relato de experiência das acadêmicas dos cursos de Medicina e Pedagogia, participantes do Projeto de Extensão Brincando e Aprendendo da Universidade Feevale. O projeto tem como finalidade propor atividades lúdicas[1] e pedagógicas aos pacientes internados na unidade pediátrica do SUS em um hospital da Região do Vale dos Sinos/RS, a fim de preservar a infância mesmo em uma situação de hospitalização, bem como proporcionar o bem estar físico e psicológico. Nesse sentido, a utilização de recursos lúdicos[2] visa a diminuir o estresse, o medo e a ansiedade que o processo traz, bem como auxiliar no processo de aprendizagem, incentivando sua adaptação e cooperação. Essas atividades[3] que envolvem o brincar também podem acelerar sua recuperação, contribuindo para a diminuição do tempo de permanência no hospital. A partir do trabalho desenvolvido, foi observado que o brincar é de suma importância, pois auxilia no enfrentamento da hospitalização, à medida que oportuniza à criança o direito de expressão, tornando esse momento mais próximo do seu cotidiano.


[1] FORTUNA, Tânia Ramos. A importância do brincar na infância. In: HORN, Claudia Inês et al. Pedagogia do Brincar. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014, p. 13-44.

______. Brincar, viver e aprender: educação e ludicidade no hospital. In: Cienc. Let. Porto Alegre, n. 35, p. 185-201, mar./jul. 2004. Disponível em:  <http://www1.fapa.com.br/cienciaseletras/pdf/revista35/art14_TANIA.pdf>. Acesso em: 10 dez. 2015.

[2] MITRE, R. M. A., & GOMES, R. A promoção do brincar no contexto da hospitalização infantil como ação de saúde. Ciência & Saúde Coletiva (Online), v. 9, n.1, 2004, 147-154. Disponível em: <https://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232004000100015>. Acesso em 30 abr.2018.

[3] GOTTFRIED, A. W., & BROWN, C. C. Play interactions: The contributionof play material and parental involvement in children’sdevelopment. Lexington: Lexington Books, 1986.

 


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